1 de fev de 2009

Confuso?

Faz-se as coisas sem se ter certeza. A gente nunca sabe se o outro caminho nos levaria a um lugar melhor. Talvez seja essa imprevisibilidade da vida que a torne interessante. A mim isso me parece meio argumento de mãe. “Por que as coisas não são do jeito que a gente quer, mãe?” “Já imaginou, filho, como seria chato? A gente não ia ter que lutar por nada, trabalhar por nada...” E é fato. Um mundo previsível é um mundo sem ideologias, sem razões para se unir forças. Se sempre se soubesse que o que se faz é a melhor maneira de se proceder, não haveria imprevistos, não haveria o fato de que ao sair 5 minutos mais cedo, ou mais tarde, de casa o curso do seu dia não seria o mesmo, nem o do seu ano, nem as ações que te definem (nossas ações nos definem?).
Enfim, essa coisa ética que nos faz proceder da melhor maneira levando os outros em conta é algo de mais bonito que pode haver no ser humano. Esse sentimento (eu sei, é piegas) de igualdade, embora não sejamos iguais, é uma das boas categorias de coerção social. Aliás, não sei.
Há a vida que desejamos e a vida que levamos em busca da que desejamos. Pelo menos busque. Ou não.




Fodam-se meus professores, isso nao e escrita academica!
Mariana